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domingo, 1 de setembro de 2013

ENSINO LÚDICO

Você vai precisar de:
  • Uma garrafa pet;
  • picotes de papel ou EVA;
  • fichas de papel grosso ou EVA com letras, palavras e números.
Como jogar:

As crianças agitam as garrafas até o momento em que o  educador faz o pedido, selecionando uma das três opções: “letra, número ou palavra”.Emitida a ordem, as crianças param de balançar as garrafas para verificar o que apareceu. Quem conseguir identificar e responder mais rápido, ganha.


domingo, 14 de julho de 2013

COLE ENVELOPES NOS CADERNOS E LIVROS


Imagem: Martha Stewart

Um jeito simples e barato de guardar fotos, documentos, lembretes e outros papéis é colar envelopes na parte de dentro da capa dos seus livros e cadernos. E quanto mais colorido, melhor!

domingo, 16 de junho de 2013

ALFABETO DENTRO DA CAIXA

As crianças vão ficar empolgadas! Professores, preparem-se para ver as caixinhas repletas de objetos.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

MATERAIL DOURADO

Material Dourado Montessori destina-se a atividades que auxiliam o ensino e a aprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional e dos métodos para efetuar as operações fundamentais (ou seja, os algoritmos).No ensino tradicional, as crianças acabam "dominando" os algoritmos a partir de treinos cansativos, mas sem conseguirem compreender o que fazem. Com o Material Dourado a situação é outra: as relações numéricas abstratas passam a ter uma imagemconcreta, facilitando a compreensão. Obtém-se, então, além da compreensão dos algoritmos, um notável desenvolvimento do raciocínio e um aprendizado bem mais agradável.O Material Dourado faz parte de um conjunto de materiais idealizados pela médica e educadora italiana Maria Montessori.



Vamos conhecer o material das contas pelas palavras de Maria Montessori:

"Preparei também, para os maiorezinhos do curso elementar, um material destinado a representar os números sob forma geométrica. Trata-se do excelente material denominado material das contas. As unidades são representadas por pequenas contas amarelas; a dezena (ou número 10) é formada por uma barra de dez contas enfiadas num arame bem duro. Esta barra é repetida 10 vezes em dez outras outras barras ligadas entre si, formando um quadrado, "o quadrado de dez", somando o total de cem. Finalmente, dez quadrados sobrepostos e ligados formando um cubo, "o cubo de 10", isto é, 1000.Aconteceu de crianças de quatro anos de idade ficarem atraídas por esses objetos brilhantes e facilmente manejáveis. Para surpresa nossa, puseram-se a combiná-los, imitando as crianças maiores. Surgiu assim um tal entusiasmo pelo trabalho com os números, particularmente com o sistema decimal, que se pôde afirmar que os exercícios de aritmética tinham se tornado apaixonantes.As crianças foram compondo números até 1000. O desenvolvimento ulterior foi maravilhoso, a tal ponto que houve crianças de cinco anos que fizeram as quatro operações com números de milhares de unidades".

Essas contas douradas acabaram se transformando em cubos que hoje formam o Material Dourado Montessori.

Material Dourado ou Montessori é constituído por cubinhos, barras, placas e cubãoque representam:

Observe que o cubo é formado por 10 placas, que a placa é formada por 10 barras e a barra é formada por 10 cubinhos. Este material baseia-se em regras do nossso sistema de numeração.

Veja como representamos, com ele, o número 265:

Este material pedagógico, confeccionado em madeira, costuma ser comercializado com o nome de material dourado. Você pode construir um material semelhante, usando cartolina. Os cubinhos são substituídos por quadradinhos de lado igual a 2 cm, por exemplo. As barrinhas são substituídas por retângulos de 2 cm por 20 cm a as placas são substituídas por quadrados de lado igual a 20 cm.


Embora seja possível representar o milhar, vamos evitá-lo trabalhando com números menores.

Damos a seguir sugestões para o uso do Material Dourado Montessori.
As atividades propostas foram testadas e mostraram-se eficazes desde o segundo ano até o quinto ano. Muitas delas foram concebidas pelos grupos de alunos, recomendando-se que os grupos não tenham mais do que 6 alunos.O professor, com o conhecimento que tem de seus alunos, saberá em que ano cada atividade poderá ser aplicada com melhor rendimento. Várias das atividades podem ser aplicadas em todos os anos iniciais, bastando, para isso, pequenas modificações.Utilizando o material, o professor notará em seus alunos um significativo avanço de aprendizagem. 


Atividades para Aplicação e Compreensão da Composição, 
Decomposição de Números  e Operações Matemáticas

1. JOGOS LIVRES



Objetivo: tomar contato com o material, de maneira livre, sem regras.

Durante algum tempo, os alunos brincam com o material, fazendo construções livres.
O material dourado é construído de maneira a representar um sistema de agrupamento. Sendo assim, muitas vezes as crianças descobrem sozinhas relações entre as peças. Por exemplo, podemos encontrar alunos que concluem:
- Ah! A barra é formada por 10 cubinhos!
- E a placa é formada por 10 barras!
- Veja, o cubo é formado por 10 placas!

2. MONTAGEM

Objetivo: perceber as relações que há entre as peças.

O professor sugere as seguintes montagens:
- uma barra;
- uma placa feita de barras;
- uma placa feita de cubinhos;
- um bloco feito de barras;
- um bloco feito de placas;

O professor estimula os alunos a obterem conclusões com perguntas como estas:
- Quantos cubinhos vão formar uma barra?
- E quantos formarão uma placa?
- Quantas barras preciso para formar uma placa?

Nesta atividade também é possível explorar conceitos geométricos, propondo desafios como estes:
- Vamos ver quem consegue montar um cubo com 8 cubinhos? É possível?
- E com 27? É possível?

3. DITADO

Objetivo: relacionar cada grupo de peças ao seu valor numérico.

O professor mostra, um de cada vez, cartões com números. As crianças devem mostrar as peças correspondentes, utilizando a menor quantidade delas.

Variação:
O professor mostra peças, uma de cada vez, e os alunos escrevem a quantidade correspondente.


4. FAZENDO TROCAS

Objetivo: compreender as características do sistema decimal.

- fazer agrupamentos de 10 em 10;
- fazer reagrupamentos;
- fazer trocas;
- estimular o cálculo mental.

Para esta atividade, cada grupo deve ter um dado marcado de 4 a 9.
Cada criança do grupo, na sua vez de jogar, lança o dado e retira para si a quantidade de cubinhos correspondente ao número que sair no dado.Veja bem: o número que sai no dado dá direito a retirar somente cubinhos.Toda vez que uma criança juntar 10 cubinhos, ela deve trocar os 10 cubinhos por uma barra. E aí ela tem direito de jogar novamente.Da mesma meneira, quando tiver 10 barrinhas, pode trocar as 10 barrinhas por uma placa e então jogar novamente.O jogo termina, por exemplo, quando algum aluno consegue formar duas placas.

O professor então pergunta:
- Quem ganhou o jogo?
- Por quê?

Se houver dúvida, fazer as "destrocas".O objetivo do jogo das trocas é a compreensão dos agrupamentos de dez em dez (dez unidades formam uma dezena, dez dezenas formam uma centena, etc.), característicos do sistema decimal.A compreensão dos agrupamentos na base 10 é muito importante para o real entendimento das técnicas operatórias das operações fundamentais.O fato de a troca ser premiada com o direito de jogar novamente aumenta a atenção da criança no jogo. Ao mesmo tempo, estimula seu cálculo mental. Ela começa a calcular mentalmente quanto falta para juntar 10, ou seja, quanto falta para que ela consiga fazer uma nova troca.
cada placa será destrocada por 10 barras;
cada barra será destrocada por 10 cubinhos.

Variações:Pode-se jogar com dois dados e o aluno pega tantos cubinhos quanto for a soma dos números que tirar dos dados.Pode-se utilizar também uma roleta indicando de 1 a 9.

5. PREENCHENDO TABELAS

Objetivo: os mesmos das atividades 3 e 4.

- preencher tabelas respeitando o valor posicional;
- fazer comparações de números;
- fazer ordenação de números.

As regras são as mesmas da atividade 4. Na apuração, cada criança escreve em uma tabela a quantidade conseguida.
Olhando a tabela, devem responder perguntas como estas:
- Quem conseguiu a peça de maior valor?
- E de menor valor?
- Quantas barras Lucilia tem a mais que Gláucia?Olhando a tabela à procura do vencedor, a criança compara os números e percebe o valor posicional de cada algarismo.Por exemplo: na posição das dezenas, o 2 vale 20; na posição das centenas vale 200.Ao tentar determinar os demais colocados (segundo, terceiro e quarto lugares) a criança começa a ordenar os números.

6. PARTINDO DE CUBINHOS

Objetivo: os mesmos da atividade 3, 4 e 5.

Cada criança recebe um certo número de cubinhos para trocar por barras e depois por placas.A seguir deve escrever na tabela os números correspondentes às quantidades de placas, barras e cubinhos obtidos após as trocas.Esta atividade torna-se interessante na medida em que se aumenta o número de cubinhos.

7. VAMOS FAZER UM TREM?

Objetivo: compreender que o sucessor é o que tem "1 a mais" na seqüência numérica.

O professor combina com os alunos: 
- Vamos fazer um trem. O primeiro vagão é um cubinho. O vagão seguinte terá um cubinho a mais que o anterior e assim por diante. O último vagão será formado por duas barras.

Quando as crianças terminarem de montar o trem, recebem papeletas nas quais devem escrever o código de cada vagão.Esta atividade leva à formação da idéia de sucessor. Fica claro para a criança o "mais um", na seqüência dos números. Ela contribui também para a melhor compreensão do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.


8. UM TREM ESPECIAL

Objetivo: compreender que o antecessor é o que tem "1 a menos" na seqüência numérica.

O professor combina com os alunos: 
- Vamos fazer um trem especial. O primeiro vagão é formado por duas barras (desenha as barras na lousa). O vagão seguinte tem um cubo a menos e assim por diante. O último vagão será um cubinho.

Quando as crianças terminam de montar o trem, recebem papeletas nas quais devem escrever o código de cada vagão.Esta atividade trabalha a idéia de antecessor. Fica claro para a criança o "menos um" na seqüência dos números. Ela contribui também para uma melhor compreensão do valor posicional dos algarismos na escrita dos números.


9. JOGO DOS CARTÕES

Objetivos: compreender o mecanismo do "vai um" nas adições; estimular o cálculo mental.

O professor coloca no centro do grupo alguns cartões virados para baixo. Nestes cartões estão escritos números entre 50 e 70.1º sorteio: Um alunos do grupo sorteia um cartão. Os demais devem pegar as peças correspondentes ao número sorteado.Em seguida, um representante do grupo vai à lousa e registra em uma tabela os números correspondentes às quantidades de peças.2º sorteio: Um outro aluno sorteia um segundo cartão. Os demais devem pegar as peças correspondentes a esse segundo número sorteado.Em seguida, o representante do grupo vai à tabela registrar a nova quantidade.Nesse ponto, juntam-se as duas quantidades de peças, fazem-se as trocas e novamente completa-se a tabela.Ela pode ficar assim:


Isto encerra uma rodada e vence o grupo que tiver conseguido maior total. Depois são feitas mais algumas rodadas e o vencedor do dia é o grupo que mais rodadas venceu.Os números dos cartões podem ser outros. Por exemplo, números entre 10 e 30, na primeira série; entre 145 e 165, na segunda série.Depois que os alunos estiverem realizando as trocas e os registros com desenvoltura, o professor pode apresentar a técnica do "vai um" a partir de uma adição como, por exemplo, 15 + 16.Observe que somar 15 com 16 corresponde a juntar estes conjuntos de peças.

Fazendo as trocas necessárias,

Compare, agora, a operação:
com o material

com os números

Ao aplicar o "vai um", o professor pode concretizar cada passagem do cálculo usando o material ou desenhos do material, como os que mostramos.
O "vai um" também pode indicar a troca de 10 dezenas por uma centena, ou 10 centenas por 1 milhar, etc.
Veja um exemplo:

No exemplo que acabamos de ver, o "vai um" indicou a troca de 10 dezenas por uma centena.É importante que a criança perceba a relação entre sua ação com o material e os passos efetuados na operação.

10. O JOGO DE RETIRAR

Objetivos: compreender o mecanismo do "empresta um" nas subtrações com recurso; estimular o cálculo mental.

Esta atividade pode ser realizada como um jogo de várias rodadas. Em cada rodada, os grupos sorteiam um cartão e uma papeleta. No cartão há um número e eles devem pegar as peças correspondentes a essa quantia. Na papeleta há uma ordem que indica quanto devem tirar da quantidade que têm.

Por exemplo: cartão com número 41 e papeleta com a ordem: TIRE 28.

Vence a rodada o grupo que ficar com as peças que representam o menor número. Vence o jogo o grupo que ganhar mais rodadas.É importante que, primeiro, a criança faça várias atividades do tipo: "retire um tanto", só com o material. Depois que ela dominar o processo de "destroca", pode-se propor que registre o que acontece no jogo em uma tabela na lousa.Isto irá proporcionar melhor entendimento do "empresta um" na subtração com recurso. Quando o professor apresentar essa técnica, poderá concretizar os passos do cálculo com auxílio do material ou desenhos do material.O "empresta um" também pode indicar a "destroca" de uma centena por 10 dezenas ou um milhar por 10 centenas, etc. Veja o jogo seguinte:

11. "DESTROCA"

Objetivos: os mesmos da atividade 10.

Cada grupo de alunos recebe um dado marcado de 4 a 9 e uma placa.Quando o jogador começa, todos os participantes têm à sua frente uma placa.Cada criança, na sua vez de jogar, lança o dado e faz as "destrocas" para retirar a quantidade de cubinhos correspondente ao número que sair no dado. Veja bem: esse número dá direito a retirar somente cubinhos.Na quarta rodada, vence quem ficar com as peças que representam o menor número.Exemplo: Suponha que um aluno tenha tirado 7 no dado. Primeiro ele troca uma placa por 10 barras e uma barra por 10 cubinhos:

Depois, retira 7 cubinhos:

Salienta-se novamente a importância de se proporem várias atividades como essa, utilizando, de início, só o material. Quando o processo de "destroca" estiver dominado, pode-se propor que as crianças façam as subtrações envolvidas também com números.

fonte: http://rosangelaprendizagem.blogspot.com.br/p/alfabetizacao-matematica.html

CONSTRUÇÃO DO NÚMERO

ATIVIDADES SOBRE A CONSTRUÇÃO DO NÚMERO 



• Inicialmente, é importante fazer explorações com cada número relacionando símbolo e quantidade: contar objetos, o próprio corpo.
• Contar objetos iguais: tampinhas, palitos, os dedos, os próprios alunos.
• Na construção do 3 já é possível fazer outras atividades como promover corridas e contar “1,2,3” para dar a largada. Esconder um brinquedo na sala e o aluno tem apenas 3 chances de encontrá-lo. Inventar uma história com três personagens.
• Em relação ao 4, já é possível explorar os veículos (quantas rodas?).
• A idéia do zero pode ser trabalhada através da subtração: tinha dois biscoitos, comi um, fiquei com um, comi outro e fiquei sem nada. (oralmente e manipulando objetos).

• Outra idéia importante é a de ponto de partida. “Se você está na linha de partida e ainda não se mexeu, quanto você andou?” (utilizar essa idéia em jogos, brincadeiras, etc.) A régua também é um ótimo material para perceber o zero com ponto de partida.
• Sair da classe na hora do recreio e pedir que cada criança que saia diga um número em seqüência. (alternar a saída dos alunos em momentos diferentes para que todos possam perceber a seqüência numérica)
• Começar a contar a partir de números maiores que 1.

• Brincadeiras cantadas:
“Um, dois, feijão com arroz
Três, quatro, feijão no prato
Cinco, seis, feijão japonês
Sete, oito, feijão com biscoito
Nove, dez, feijão com pastéis”

“A galinha do vizinho bota ovo amarelinho
Bota um, bota dois, bota três, bota quatro,
Bota cinco, bota seis, bota sete, bota oito,
bota nove, bota dez!”

• Organizar com os alunos (eles devem fazer as construções dos materiais) bolinhas (ou similares) dentro de um saquinho transparente, marcar no saquinho o número referente à quantidade de bolinhas do saquinho. Pedir que a criança pegue, por exemplo, 5 bolinhas, ela poderá pegar o saquinho marcado com o número 5.

• Com os Blocos Lógicos:

• Uma criança escolhe uma peça, e outras tentam tirar uma bem parecida.
• Pedir as crianças por negação de atributo, uma peça que não seja azul.
• Elaborar um cartaz, dividido em quatro partes, cada parte representa uma classe.
• Observar a fila que formam para, fazer brincadeiras colocando os alunos em fila sendo um menino e uma menina, por ordem de tamanho (do menor para o maior e vice-versa).
• Pedir às crianças que montem um colar ou um enfeite para sala com sucatas como: tampinhas, caixinhas, papéis, entre outros (em situações significativas: festa junina, apresentações, entre outras).
• Observar o calendário.

• Fábrica de fósforos: cada 6 palitos de fósforos serão colocados em uma caixa. A seguir, a cada 6 caixas completas serão colocadas em um saquinho de papel, ou seja a cada 6 elementos de um tipo trocamos por 1 elemento do tipo seguinte (palitos por caixa, caixas por saquinho). Após o fim da tarefa os alunos devem contar quem tem mais palitos. (variar a base)
• Sozinho, rodinha, corrente: os alunos devem formar grupos conforme o pedido do professor, por exemplo, suponhamos que haja 31 alunos. O professor pede grupos com 5 alunos, cada grupo formará uma rodinha, a cada grupo de 5 rodinhas teremos uma corrente. (variar a base)

Resolvendo Problemas
• Resolva os problemas, desenhando em seguida. Use a linguagem matemática:
Algumas crianças estavam brincando de mãe-pega: 5 já tinham sido pegas e 6 ainda estavam correndo. Quantas crianças estavam brincando?

João estava jogando bafo com um amigo. Ele tinha 9 figurinhas e ao término do jogo estava somente com 5. Quantas figurinhas João perdeu para o amigo?

• Observando a régua quebrada (apresentar uma régua, quebrada no início e no final, que inicie a partir do 7 e vá até 30) da professora, responda as seguintes perguntas:
1) A régua está completa?
2) Que números estão faltando no início da régua?
3) Essa régua está quebrada no final e só mostra números até 25, mas ela vai até o 30.Que números estão faltando no final?

• “Música da Dona Aranha” (cantar com os alunos).
1) O que a Dona Aranha poderia fazer para subir na parede e não cair mais por causa da chuva? (sugestão: usar tênis que não escorreguem)
2) Quantas patas tem uma aranha?
3) Quantos pares de tênis teríamos que arranjar para Dona Aranha?
4) Quantos tênis são?

• Para realização de um joguinho, é preciso dividir igualmente essas (12) fichas entre os (4) jogadores.
• Faça a divisão e responda:
• Quantas fichas havia para dividir?
• Quantas crianças receberam as fichas?
• Quantas fichas cada criança recebeu?
(atividade realizada com o material)

• Observe estas embalagens: pirulitos (10) e (35).
1) Quantas unidades há no pacote menor? E no maior?
2) Quantos pirulitos há dentro dessa embalagem? (10) Represente com desenhos.
3) E nesse pacote há quantos pirulitos?(35)
4) Com esta quantidade forme grupos de dez.
5) Quantos grupos de 10 você formou?
6) Quanto pirulitos sobraram?
7) Quantos pirulitos há dentro da caixa?

• Observe estes pacotes: três pacotes com 10 pirulitos
1) Quantos pirulitos há em cada pacote?
2) Juntando os pirulitos dos três pacotes, quantos pacotes teríamos?
3) Quantos pacotes menores (com 10) seriam necessários para conseguir a quantidade de pirulitos do pacote maior (com 35) ?
4) Sobraram pirulitos? Quantos?

Dinheiro
• Trabalhar com trocas, sempre manipulando o dinheiro (notas desenhadas): quantas notas de 1 real são necessárias para trocar por uma nota de 5 reais? E de 10 reais?
• Trabalhar a situação inversa.
• Atividades que envolvam compra, venda e troco.

Palitinhos e outros materiais
• Trocas com os palitinhos utilizando bases diferentes.
• Trocas com cartões coloridos.
• Utilizar objetos diferentes: 3 palitos, trocar por uma tampinha, 3 tampinhas trocar por uma caixinha.
• Trocas com os palitinhos na base 10 formando grupos e desfazendo-os.
• Construir um cartaz de pregas individual para colocar os palitinhos (base 10).

Material Dourado
• Equivalência
• Construções
• Agrupamentos e trocas na base 10
• Valor posicional / ordens
• Jogo do Nunca Dez

quinta-feira, 30 de maio de 2013

QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO

Como portar-se diante das mudanças impostas pela vida?

ESTIMULANDO O DESEJO DE ESCREVER


ATIVIDADES PARA CADA NÍVEL DE ESCRITA


HIPÓTESE PRÉ-SILÁBICA:

Avanços:
· Diferenciar o desenho da escrita;
· Perceber letras e sons;
· Identificar e escrever o próprio nome completo;
· Perceber que usamos letras diferentes em diferentes posições.
Atividades favoráveis
· Desenhar e escrever o que desenhou;
· Usar o nome em situações significativas: marcar atividades. Objetos, utilizá-los em jogos, bilhetes, etc.
· Ouvir leitura diariamente pela professora e poder recontá-la;
· Ter contato com diferentes portadores de texto;
· Reconhecer e ler o nome próprio em situações significativas: chamadas, jogos, etc.
· Conversar sobre a função da escrita;
· Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; bingo de letras;
· Produção oral de histórias;
· Escrita espontânea;
· Textos coletivos tendo o professor como escriba;
· Aumentar o repertório de letras;
· Ler nomes das crianças da turma, quando isto for significativo;
· Comparar e relacionar palavras;
· Produzir textos de forma não convencional;
· Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade;
· Recitar textos memorizados: parlendas, quadrinhas, poemas, músicas;
· Atividades que seja preciso reconhecer a letra inicial e final;
· Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras;
· Completar palavras usando a letra inicial e final;
· Escrever listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem na festa de aniversário, etc.


HIPÓTESE SILÁBICA:

Avanços:
· Atribuir valor sonoro às letras;
· Aceitar que não é preciso muitas letras para se escrever apenas o necessário para representar a fala.
· Perceber que palavras diferentes são escritas com letras em ordens diferentes.
Atividades favoráveis 
· Todas as atividades do nível anterior,
· Comparar e relacionar escritas de palavras diversas;
· Escrever pequenos textos memorizados ( parlendas, quadrinhas, músicas, trava-língua...)
· Completar palavras com letras para evidenciar seu som:
CAMELO = C____M____L____ ou ____A____E____O
· Relacionar personagens a partir do nome escrito;
· Forca;
· Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial.
· Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas;
· Reconhecer letras em um pequeno texto conhecido;
· Leitura de textos conhecidos e já trabalhados;
· Cruzadinhas;
· Caça-palavras;
· Completar lacunas em texto e palavra;
· Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo
· Evidenciar rimas entre as palavras;
· Usar o alfabeto móvel para escritas significativas;
· Jogos variados para associar o desenho e seu nome;
· Contar a quantidade de palavras de uma frase.


HIPÓTESE SILÁBICO-ALFABÉTICA

Avanços:
· Usar mais de uma letra para representar o fonema quando necessário.
· Atribuir o valor sonoro das letras;
Atividades favoráveis
· As mesmas do nível anterior;
· Separar as palavras de um texto;
· Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece: Associar o “GA” do nome da “GABRIELA” para escrever “GAROTA”, “GAVETA”...;
· Ditado de palavras conhecidas;
· Ditado de grade;
· Forca;
· Produzir pequenos textos;
· Reescrever histórias;
· Pesquisar os usos da ordem alfabética em nossa sociedade;
· Discutir em atividades coletivas a importância do uso da ordem alfabética como recurso organizador em vários instrumentos sociais, como catálogo telefônico, lista de alunos; fichário; arquivo, dicionário, etc;
· Procurar desenvolver o próprio pensamento das crianças para que percebam o que é provável e o que é impossível encontrar na linguagem escrita;
· Pesquisar palavras que têm ou não acento, dentro de um pequeno texto. É fundamental que o professor trabalhe por investigação. Toda descoberta vai sendo discutida e registrada. Não se deve dar a “receitas” prontas ao aluno;
· Pesquisar quais maneiras possíveis de terminar palavras.
· Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece.
· Pesquisar as letras de imprensa minúsculas, apenas e tão somente, para a leitura. As crianças jamais irão utilizá-las para registras seus textos, apenas para serem capazes de ler, sem dificuldade. Pedir aos alunos para recortar de revistas e organizar as letras, fazendo correspondência termo a termo entre os dois tipos de letras: maiúsculas, minúsculas. Pode apresentar listas em imprensa minúscula. Pode proceder da mesma forma, pedindo para transcrever frases até pequenos textos. É uma apropriação lenta e gradual, que pode transcorrer com calma durante todo o estágio silábico-alfabético.
· Cruzadinhas utilizando fotografias;
· Formação de frases;
· Pesquisa sobre o significado de nome das crianças, seguindo a ordem alfabética;
· Escrever uma lista de nomes e discutir como colocá-los em ordem alfabética.
· Fazer acrósticos, trabalhando coletivamente, tendo o professor como escriba, fazendo o registro no quadro;
· Fazer caça-palavras, imprimindo maior grau de dificuldade a essa atividade, como: na vertical, na diagonal, em ordem inversa, etc.


HIPÓTESE ALFABÉTICO

Avanços:
· Preocupação com as questões ortográficas e textuais (parágrafo e pontuação).
· Usar a letra cursiva.
Atividades favoráveis
· Todas as anteriores;
· Leituras diversas;
· Escrita de listas de palavras que apresentem as mesmas regularidades ortográficas em momentos em que isto seja significativo;
· Atividades a partir de um texto: leitura, localização de palavras ou frases; ordenar o texto;
· Jogos diversos como bingo de letras e palavras; forca...

BIBLIOGRAFIA:
ALFABETIZAÇÃO COM SUCESSO
Luzia Bontempo
ALFABETIZAÇÃO LÚDICA – CAIXA DE FERRAMENTAS
Gláucia Perreira / Tathiana Campos / Vera Lima

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

CANTANDO COM AS CRIANÇAS

Tive um encontro muito agradável hoje. Conheci esse projeto muito bacana: Cantando com as crianças. Clique sobre a imagem para conhecê-lo você também.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SOBRE A SEPARAÇÃO - RUBEM ALVES

A selva e o mar (Rubem Alves)

 Sua mãe nasceu no mar e era, inteirinha, amor ao mar. Ah! Você quer saber o que é o amor… Amar é querer trazer para bem perto aquilo que está longe, abraçar, esforço de pôr dentro aquilo que está fora, beber, com prazer, aquilo que fez os olhos sorrir. Pois é: ela bebia do mar tudo o que via, e o mar nela morava e ela o mar namorava: a imensidão azul mistério, as coisas que viviam nas suas funduras: corais vermelhos, algas verdes, peixes de cores brilhantes, incebergs branco-gelados de mares não vistos, músicas silenciosas de catedrais encantadas. Assim era o corpo da jovem. Você acha estranho? Pensava que o corpo era feito de carne, de sangue e de ossos? Puro engano. Nosso corpo é feito daquilo que o amor pôs lá dentro. E onde o amor quis, mas não pôde, ficou um vazio, que é onde mora a saudade… Assim era o corpo daquela jovem, quase menina: havia os sons acolhidos por seus ouvidos, barulho de ondas, um paciente ir e vir sem fim como a vida… Odores de coisas marinhas entravam lá dentro pelas narinas pulsantes e faziam bem a lugares ocultos; perfumes azuis de marolas e aromas de pérolas brancas… (Você já sentiu isso, o bem que um perfume faz, num lugar de dentro da gente que a gente nem sabe onde fica?) Sua pele brincava com a água e se arrepiava toda quando a brisa lhe fazia cócegas. E em seus olhos se viam gaivotas de brancas asas e barcos a vela ao vento. Quem lhe ouvisse o coração bater juraria que eram ondas… Seus seios, conchas lisas que abrigavam criaturas macias. Seu ventre, lugar de mistérios, como a vida secreta do mar, caverna escura onde nadavam peixes minúsculos e invisíveis sementes ficavam à espera. Mas havia uma coisa que ela não podia entender: era uma tristeza, suave, nostalgia. Não lhe bastava o mar infinito. Havia os Vazios, Desejos, Ausência imensa, Saudade de algo que lhe faltava. E ela sonhava com coisas longínquas, e as amava: florestas que nunca vira, e pensava que seria bom se, um dia, o mar e a selva se encontrassem e o azul e o verde se misturassem. Ela amava o mar que nela morava, e a selva, ausência, pedaço que lhe faltava. E cantava o nome do seu amado: “Os bosques são belos, sombrios, fundos…” (Frost). Seus olhos se voltavam então para o alto das montanhas, longe, e viam as silhuetas de árvores, no céu e imaginavam belezas e mistérios diferentes daqueles do mar. E amava a floresta com que sonhava. Seu pai nascera no meio da selva e o seu corpo crescera com árvores velhas de muitos anos, frutas silvestres de muitas árvores, musgos macios de muitos verdes, aves de vozes de muitos cantos, grilhos ocultos em muitas noites, correntes de águas de muitas pedras, flores silvestres de muitos cheiros, terra macia de muitos brotos, vidas que renascem de muitas formas… Ah! Assim era o seu corpo. “E como ele se entregava! Amava seu mundo interior, caos selvagem, bosque antiquíssimo, sobre cujo silencioso despertar verde-luz seu coração se reerguia” (Riilke). Mas ele também tinha um sentimento triste, vazio, doía-lhe o lugar da Falta. E quando o sol se punha sobre o mar, ele sentia uma nostalgia imensa. Como se a floresta não lhe bastasse, o desejo por algo belo-distante, ausente. E, da sombra verde das árvores, olhava a azul luz do mar, solene no horizonte, brincalhão na areia, e desejava mergulhar nele, e pensava que felicidade é isto: a selva penetrando no mar. Um dia os dois se encontraram, se amaram, a floresta mergulhou no mar, o mar abraçou a floresta, suas sementes se misturaram e uma criança nasceu… E ela tinha no seu corpo um pouco de mar e um pouco de selva… Ah! Felicidade maior não poderia haver, e até pensaram que seria eterna… Foram morar lá em cima, no lugar do pai, os três. Felizes…O pai, no seu mundo verde, velho amigo, conhecido. A mãe, no mundo verde, mistério com que sempre sonhara e desejara. A criança, feliz, por ser selva e ser mar. Mas o tempo passou e a felicidade acabou. No peito da jovem foi crescendo uma dor. Primeiro era saudade mansa que virou tristeza: e a floresta, tão bela de longe, virou prisão… E o jovem que tanto amara ficou estranho, gigante verde, senhor da floresta, seu carcereiro. Ah! Ela já não podia amar a selva e sua face se transtornou. E o mar que morava nela ficou sinistro, uma tempestade enorme cresceu por dentro, e no seu rosto quebraram ondas em cuja fúria até mesmo a criança se debatia. E a jovem virou tristeza por se ver assim, tão feia. (É preciso que você saiba disto: nós amamos as pessoas por aquilo que de belo elas fazem nascer em nós. Como se fossem espelhos. Se nos vimos belos naqueles olhos que nos contemplam, nós as amamos. Mas, se nos vimos feios, as odiamos…) E ela então compreendeu que, por mais belas que as matas fossem, ela seria sempre uma estranha, exilada, sem lar. E foi o que disse a seu companheiro, que a entendeu e disse que não importava. Viveriam à beira-mar para que ela reencontrasse a felicidade perdida. E assim aconteceu. A alegria voltou. Mas o tempo passou e a saudade chegou agora ao peito do jovem, onde a solidão foi crescendo, tristeza de quem vive em degredo, prisioneiro de ilhas cercadas de mar sem fim. E a jovem que ele tanto amara se transfigurou num mar de tristeza,ondas se repetiam de noite e de dia, sem parar: “Nunca mais, nunca mais…” E a floresta que morava nele se enfureceu, e acordaram os bichos sinistros que dormiam nela, cobras e escorpiões, e aflorou tudo naquele rosto outrora manso, e ele ficou sinistro, e havia fogo em seu olhar,e espinhos cortantes no seu falar. E ele chorou ao ver o espanto nos olhos da sua criança, espelhos tristes, e sentiu que já não era o mesmo, e nunca o seria, longe da selva, que era seu lar. E então compreenderam que, para continuar a ser belos, era preciso que o mar e a floresta fossem verdadeiros consigo mesmos e morassem nos seus lugares. E assim viveram, longe: a jovem, à beira-mar, saudosa da floresta, o jovem, na floresta, com saudades do mar… E é por isso que as pessoas se separam, por mais que isso as dilacere, para ficarem bonitas de novo e voltarem aos mares e florestas perdidos… Cada separação é uma busca de um amor que se perdeu: em cada partida, um desejo de reencontro.Quanto à criança, diziam os outros, que nada sabiam: “Não tem onde morar…” Ignoravam os mundos onde vivera e que no seu corpo pequeno moravam um mar e uma selva. E se ora estava com a mãe, à beira-mar, ora com o pai, na floresta, não é que um lar lhe faltasse. Ela era mar, era floresta, e podia sentir-se em casa onde quer que estivesse.

terça-feira, 6 de novembro de 2012